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Muito jornalismo, crônica e opinião. Pra toda Nação Rubro-Negro.

Sayonara, Japão

  • Foto do escritor: Igor Schulenburg
    Igor Schulenburg
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura
O Brasil ainda precisa evoluir muito. Minha opinião continua a mesma da imagem acima: a classificação veio muito mais na marra do que na técnica. Mas existe uma diferença enorme entre jogar mal e estar eliminado.















A Copa do Mundo finalmente começou de verdade.


O Brasil sofreu. Não ia ser fácil. E quem por acaso achava isso, é porque não se informou minimamente sobre o Japão. A seleção ficou atrás no placar, precisou buscar a virada e só encontrou a classificação nos minutos finais. Confesso que já estava me preeparando para os penais,


Não foi uma atuação brilhante. Ainda faltam organização, repertório ofensivo e um futebol mais convincente. Mas nesses jogos únicos e eliminatórios, existe uma qualidade que vale tanto quanto talento: saber permanecer vivo. Foi exatamente isso que a Seleção fez. E o restante do dia mostrou por quê.


Horas depois, a Alemanha foi eliminada pelo Paraguai nos pênaltis. À noite, a Holanda também fez as malas ao cair diante de Marrocos. Em poucas horas, duas candidatas ao título deixaram o Mundial. Essa é a lembrança que toda Copa insiste em dar: favoritismo não entra em campo. Quem não entende o peso de um jogo eliminatório volta para casa mais cedo.


O Brasil ainda precisa evoluir muito. Minha opinião continua a mesma da imagem acima: a classificação veio muito mais na marra do que na técnica. Mas existe uma diferença enorme entre jogar mal e estar eliminado.


Ancelotti ganhou tempo. E é exatamente o que o Brasil precisa para continuar a evoluir dentro da competição. O Mundial perdeu Alemanha e Holanda. O Brasil segue vivo, criou casca, teve que vencer na persistência. E dá pra pensar em título? Não. Mas estão deixando o brasileiro sonhar.

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